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DBDesigner + PostgreSQL + Linux Kernel 2.6

Há algum tempo utilizo DBDesigner para modelagem de banco de dados. Porém, ele (aparentemente) só trabalhava com MySQL. Cansado de ter que lustrar o sql gerado pelo software busquei algo mais automático. A seguir explico passo-a-passo o que fiz e os problemas que encontrei e como os resolvi. Os créditos para a solução do meu problema é de diversas pessoas que passaram por situações similares e que escreveram alguma coisa na internet.

Existe um fork do projeto DBDesigner e o nome do projeto é DBDesignerFork. A grande diferença (pra mim) é que ele gera script para os bancos: Oracle, MSSQLServer, Firebird, Mysql e meu desejo recente PostgreSQL.

  1. O primeiro passo é fazer o download do DBDesignerFork em http://sourceforge.net/project/showfiles.php?group_id=177293.
  2. Descompacte o arquivo em qualquer lugar que preferir. Eu descompactei em “/home/renan/.DBDesigner”. Esse nome faz o diretório ficar escondido. Alguns preferem colocar no “/opt”, mas ai a escolha é sua.
  3. Vá ao diretório que descompactou a aplicação e copie o arquivo “startdbd_using_kernel2,6″ para “startdbd”.
    1. Existe alguns arquivos iniciados com “startdbd_using*”. Eles estão todos configurados para iniciar o DBDesigner com kernel2.4, mesmo o arquivo com nome “startdbd_using_kernel2.6″. Estranho não?
  4. Altere o arquivo “startdbd” e retire o seguinte conteúdo dele “LD_ASSUME_KERNEL=2.4.1″.
  5. Altere a diretiva “LD_LIBRARY_PATH”  para o caminho real do diretório “Linuxlib” e o executável DBDesignerFork também para o caminho real e não relativo.
    1. Isso irá permitir que quando você quiser executar o arquivo de outro caminho irá funcionar corretamente. Você poderá colocar um item de menu para ele por exemplo ;-)
    2. Os meu arquivo fico assim: “LD_LIBRARY_PATH=/home/renan/.DBDesigner/Linuxlib/ /home/renan/.DBDesigner/DBDesignerFork”
  6. Tenha fé e execute o arquivo “startdbd”.

Bem-vindo ao mundo de geração de script automático para PostgreSQL pelo DBDesigner.

DBDesigner + PostgreSQL

Pra não ter que ficar executando o arquivo “startdbd” na mão toda vez sugiro que crie um item de menu no seu ambiente gráfico. Eu utilizo gnome, veja como está a configuração dele.

Item de menu para DBDesigner

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PHPSource 0.0.1

Alguns posts meus aqui vão precisar que eu mostre alguns código fontes em PHP. Procurei um pouco e não achei nenhum simples. Procurei insistentemente durante 60 segundos (…) ok, não é muito tempo, mas o que eu queria era muito simples, e como não achei decidi fazer o meu próprio.

A intenção foi ser simples. Você precisa, antes, fazer o upload de um arquivo PHP que deseje exibir em seu blog WordPress. O primeiro “parâmetro” é a altura do bloco de código. O segundo é o caminho do arquivo relativo ao diretório “wp-content/uploads/”. Os parâmetros são separados por “:”. É preciso colocar esses parâmetros como no exemplo abaixo:

[phpsource:250:2001/02/exemplo.php]

O plugin é um filtro que captura o que estiver escrito parecido com o que está aí em cima e exibe o arquivo acionando a função highlight_file.

Baixe o plugin PHPSource 0.0.1

Como no mundo nada se cria, tudo se transforma. Créditos ao Élcio Ferreira e seu plugin Dirty PHP Include, que me permitiu fazer esse aqui.

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A Polícia e o Software Livre

Os concurseiros de plantão sabem muito bem da prática comum de se cobrar ferramentas da família Microsoft nos editais de concursos públicos. Eu, que não sou concurseiro, mas curioso, fiquei sabendo que o edital lançado para o concurso da PRF (Polícia Rodiviária Federal) irá cobrar conhecimentos de informática não muito comuns, infelizmente. Abaixo um resumo dos conhecimentos de informática segundo o edital.

1. BrOffice: Impress, Writer e Calc.

2. Conceitos de software livre e licenças de uso, distribuição e modificação.

3. Envio e recebimento de e-mails, Mozilla Thunderbird, vírus, phishing, pharming, spam.

Gostei muito do tópico 2, e por ser um defensor do Software Livre acredito que essa foi uma boa iniciativa. Apesar de o edital citar alguns softwares específicos como o BrOffice e o Thunderbird, a forma como o segundo item ficou está muito boa, pois cobra conceitos, e isso vai de acordo com a intenção do Governo Federal de adoção do Software Livre. Pois na minha opnião não se pode fazer migração para SL de maneira autoritária, é importante que os funcionários públicos e a população em geral entendam os motivos.

Agora nos resta esperar a prova para ver se evoluem também na maneira de se cobrar conhecimentos de informática. Tomara que não haja questões do tipo “Qual o nome da pasta que é criada quando um software XYZ é instalado?”, como ocorre na maioria dos concursos.

As correntes que o Brasil possui continuam sendo dessamarradas, parabéns para a banca do concurso da PRF/2007.

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